Domingo, 29 de Janeiro de 2012

A Dama de Copas

A Dama de Copas, o naipe do amor e da paixão, mas também da força desmedida.

Esta Dama de Copas tem em si todas estas características de uma forma diferente: o amor toma forma na generosidade, carinho e ternura que é capaz de dar, de uma forma tão sublime como um simples olhar. E é, exactamente esse olhar, que alimenta a força da paixão pela família que construiu com os Paus que foi colhendo pelo caminho.

O caminho não foi fácil, e a Dama de Copas tem ainda que colher muitos Paus, às vezes lançando as Copas, outras vezes fazendo uso de uma mão de Espadas.

Porém uma coisa é certa, esta Dama, que é de Copas, faz de Ouros muitos momentos da nossa vida.

Feliz Aniversário Avó!

Obrigado por tudo,
Tozé

Domingo, 1 de Maio de 2011

Feliz Dia da Mãe


"Amo-te mais que apenas mais um dia."

Obrigado por tudo, Mamã!

Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

E porque já o devia ter feito....

E porque já devia ter feito este post, ficam aqui as minhas mais sinceras desculpas aos internautas que seguem esta pequena maravilha do mundo virtual, que é como quem diz, o meu blog!

Veio-me de forma subita à cabeça, que deveria ter feito alguns posts enquanto tive nos EUA. Afinal, agora já não conseguirei reproduzir detalhes ou pérolas que na altura me pareceram, certamente, extraordinárias. Enfim...

É verdade, estive nos EUA. Acredito que muitos já soubessem disto por terem acompanhado a minha viagem através de outros meios, como é o caso de uma rede social que começa com Face,  e acaba com Book.

Porém, poderei dizer que dos Estados Unidos da América ficou na minha memória mutias coisas. A primeira, talvez seja a sensação de não conseguir por mais que esforce pensar que já tive em locais como o topo do Empire State Building, ou o Walk of Fame, ou o Ceaser Palace, ou o Grand Canyon...são simplesmente demasiados lugares, vislumbres e sensações, para que um simples ser como eu, os consiga gerir de forma concreta e firme. Simplesmente, não consigo....


Mas hoje apeteceu-me escrever só porque estou feliz. Não sei muito bem explicar porquê, ou talvez o meu eu até o saiba, mas a minhas mãos não o percebam...mas deu-me um rasgo de loucura, ou talvez antes de lucidez, e decidi escrever aqui qualquer coisa.

Gostava de escrever algo mais sonante, com mais sentido, ou mais descritivo. Afinal os blogs são pequenos jornais das vidas de cada um, mas não me apetece. Apetece-me dar largas às minhas mãos e não filtrar muito para onde os dedos se dirigem.
E, já sei...

Já sei que vão dizer que tem erros, e que as frases são desalinhadas e as ideias desconjuntadas...

Mas, francamente, estou-me nas tintas!

AH! Tenho que partilhar algo: fui ao ginásio!
Eu sei, parace banal, mas para alguém como eu com uma tendência melodramatica, e com um complicómetro capaz de fazer inveja a qualquer cálculo da Física Quântica; ter arranjado forma de ir ao ginásio a uma dia de trabalho é algo merecedor de ser posto aqui! Prontro já partilhei!

Com toda esta conversa fiada que mais parece uma manta de retalhos saída directamente da mente de alguém cujo lar é um sanatório, há pelo menos trinta anos; só quiz provar que isto aqui não estava completamente morto. Apesar da renascença não ter sido grande coisa...Mas lá esta, tal como me apeteceu escrever, agora já não quero mais...

A criança fartou-se do doce, e acaba de o pôr de lado...

Como de costume:

Aquele abraço


Obrigado por tudo

Sábado, 17 de Abril de 2010

O verdadeiro lado do amuleto da sorte...

Poderia explicar o título que dei a este post, mas permitir-me-ão o silêncio, na expectativa de que quem saiba o significado, seja a quem dedico este texto.

Seriam necessárias muitas linhas, e muitas mais páginas, para que eu pudesse contar a história detalhada da época que agora termina do Carnide Clube. Por isso, decidi fazer este post sobre o que me ficou, e não sobre o que verdadeiramente aconteceu.

Aparte: estou a escrever agora por cheguei há pouco tempo a casa, e tal como uma vez me disseram, ou as coisas se fazem já, ou já não se fazem...Como a foto de grupo meninas...essa viverá somente na memória de cada um de nós...

Mas retomando a conversa, este post refere-se a uma espaço temporal que vai desde o dia do ínicio da época até ao dia de hoje. Na realidade é para mim díficil de estabelecer uma linha cronológica para tudo isto...mas vamos então ao que interessa.

E o que interessa, é que esta foi para mim uma época excelente. Talvez não saibam disto meninas, mas mais do que terem ganho, perdido ou simplesmente jogado jogos de futsal, voces ocuparam um lugar na agenda da minha vida que de tão vazia que está até os dias se confundem.

É verdade, aquilo que começou por seu uma tarefa de cortesia, ao ir ver os jogos da Pitbull, cresceu, tornou-se mais forte, converteu-se em vício e depois em necessidade!

Talvez seja como disse o Fernando Pessoa: "primeiro estranha-se e depois entranha-se".

Talvez...tenha sido isso...

Mas para mim foi ainda mais! Foram as conversas fiadas durante os jogos, e depois dos mesmos... Foram os sons das gargalhadas provocados por uma qualquer trivialidade que me ficaram... Foram, em poucas palavras, o conhecer de uma grupo de pessoas todas diferentes, e nunca todas iguais, mas que se reuniam por uma e uma só razão: o prazer de jogar à bola.

E minha gente, voces tornaram-se tão grandes na minha existência, que de resto é capaz de entediar até o mais existencialista dos autores, que dei por mim a fazer coisas que jamis me haviam passado pela cabeça: assistir a todos os jogos que foi possível, e ainda ficar triste por não ir aos restantes; gritar "chuta!" de uma bancada de pavilhão desportivo (OH Meu deus! Como tal atitude era recondita em mim antes deste grupo de pessoas todas diferentes, e nunca todas iguais, mas que se reuniam por uma e uma só razão: o prazer de jogar à bola!), etc.

E depois deste churrilho de babuseiras, vem a melhor parte: a aceitação que recebi todas e cada uma de vós!

Muito obrigado por isso... e por tudo o resto!

Pelos momentos sofridos, pelas alegrias das vitórias, pela coragem de enfrentar as derrotas, pelos convites para jantar, pelas gargalhadas que dei, pelas histórias perolescas que escutei...enfim, obrigado por tudo o que disse, e por tudo o que me escapa aqui, neste momento, da memória...


E vou terminar, o texto vai largo, e a minha veia pseudo-freudiano-melancolica vem à tona cada vez que escrevo mais que três linhas seguidas...

Apenas quero dizer que nesta foto não se veêm os rostos, mas sim os bons momentos de um grupo de pessoas todas diferentes, e nunca todas iguais, que se reuniam por uma e uma só razão: o prazer de jogar à bola!

A todos aquele abraço!

Obrigado por tudo.

Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

Grito

Apeteceu-me por aqui um poema com que me identificasse, ando para o fazer há algum tempo. Mas não queria algo liríco do Fernando Pessoa ou de Cesário Verde, que afinal de contas são os meus poetas favoritos.

Escolhi Amália Rodrigues, uma pessoa que sempre admirei e que tenho vindo a descobrir nos últimos tempos.

Grito

Silêncio!

Do silêncio faço um grito
O corpo todo me dói
Deixai-me chorar um pouco.

De sombra a sombra
Há um Céu...tão recolhido...
De sombra a sombra
Já lhe perdi o sentido.

Ao céu!
Aqui me falta a luz
Aqui me falta uma estrela
Chora-se mais
Quando se vive atrás dela.

E eu,
A quem o céu esqueceu
Sou a que o mundo perdeu
Só choro agora
Que quem morre já não chora.

Solidão!
Que nem mesmo essa é inteira...
Há sempre uma companheira
Uma profunda amargura.

Ai, solidão
Quem fora escorpião
Ai! solidão
E se mordera a cabeça!

Adeus
Já fui para além da vida
Do que já fui tenho sede
Sou sombra triste
Encostada a uma parede.

Adeus,
Vida que tanto duras
Vem morte que tanto tardas
Ai, como dói
A solidão quase loucura.

Obrigado por tudo

Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

Obrigado Ano Velho vs Feliz Ano Novo

Tenho que agradecer e pedir desculpa a todos por este ano.
Foi tudo fantástico, surreal e magnífico. Talvez não tenha sido grandioso, mas foi sem dúvida um ano atípico.

Realizei projectos, passei muitos obstáculos e consegui chegar a lugares onde nunca pensei ir, fossem eles físicos ou simplesmente estados de alma.

Enfim, fiz e aconteci. Foi tema de conversa e outros tanto gerei. Foi um bom ano.

Mas não o teria sido sem o apoio incondicíonável dos que me rodeiam, dos que de uma ou de outra maniera me foram empurrando e dando força. A todos eles obrigado por tudo e desculpem lá qualquer coisinha.

(Espero que relativizem o que estou a escrever, afinal até o Facebook diz que tenho tendência para a melancolia)

E a verdade é aquela e mais nenhuma. Obrigado por estarem sempre lá, pela impotância, ainda que momentânea, deixou um cunho na minha memória. E afinal como diria a nossa Rainha Mariana Vitória de Bourbon: "hão-de passar 100 anos pela minha memória" para que os detalhes se apaguem pois os acontecimentos, esses nunca. Esse vão lá ficar sempre.

Obrigado por tudo amigos.

Contudo, nos últimos tempos valores mais altos se têm levantado pelo que a minha atenção para convosco tem sido cada vez menos constante. Mas, a lembrança não. Essa está sempre lá. Lembro-me de todos e de cada um, a cada dia. Lembro-me de vocês para além do tempo. Para além da morte.

É, então, devido a esta profunda gratidão que lhes escrevo. Não apenas hoje, mas sempre.

E agradeço a todos as mensagens a convidar para um café, os telefonemas de horas para o outro lado do mar, as inumeras alterações de agendas provocadas pela minha vida demasiado atribulada; em resumo agradeço a disponibilidade constante para me ouvirem, fazerem companhia...enfim aturarem-me.

Assim, e no final, quero simplesmente desejar um bom ano novo cuja  fartura seja pelo menos o dobro da daquele que acaba. Vençam na vida!

Obrigado por tudo

Domingo, 13 de Dezembro de 2009

Frases grandes e pontuação desordenada.

Olá,

Afinal isto não morreu de todo. Havia meses que por aqui não passava, mas hoje simplesmente apeteceu-me escrever. E tal como disse havia meses que aqui não vinha portanto acho que vou tentar escrever algo que seja minimamente interessante mas não termine sendo um pseudo-ensaio, que não mais viria a ser que um ensaio melancólico.

Ocorreu-me neste instante e preciso momento que há uma coisa que me têm dito que é capaz de vir a ser verdade: que escrevo mal porque não sei utilizar a pontuação. Estão provavelmente correctos. Não se notou já?

Mas voltando aquilo que tenta ser uma pseudo-tentativa de reanimação disto, até porque o ano está acabar e eu não queria que este blog fosse nenhuma das seguintes coisas: um diário inerte de uma experiência já passada, uma amalgama de desabafos e pseudo-ensaios melancólios (para os quais tenho uma inclinação que é, de resto, notória), nem uma obrigatoriedade que de uma forma ou de outra se torna quase um gerador de stress como se tivesse numa redação de revista auto-incutida.

Enquanto escrevia o parágrafo anterior, ocorreu-me outra coisa qualquer mas já não me lembro o que era. Este fenómeno de me andar sempre a ocorrer coisas deve dar razão ao meu professor de IDES no 12º ano, quando este me chamou ideota. Segundo ele,  é por ter muitas ideias.
Entretanto, perdi-me. AH! Vim aqui escrever hoje, não porque alguma coisa de extraordinária se tenha passado mas simplesmente porque me apeteceu falar com alguém,  e como os pequenos-almoços sociais passaram de moda ou, então, eu é que sou madrugador; decidi que iria escrever alguma coisa sobre outra qualquer coisa no meu blog. E esta frase está tão grande que nem sequer eu a percebo bem...

E a esta altura, já se estarão todos a perguntar se eu não terei mesmo um trauma com a pontuação. Pois, se calhar estou a cria-lo. Mas, deixei-me que vos diga que vocês também não têm muito que fazer, para terem continuado a gastar o vosso tempo com um texto debitado à pressão por um tipo que como pensa tão depressa, os dedos trocam-se nas teclas e algumas palavras acabam por nunca serem escritas. (é caso para dizer que são palavras que nunca vos direi).

Comecei a trabalhar no passado dia 2 de Dezembro, dei os parabéns à Cibellis (não sei se a própria conseguirá algum dia saber a quem me refiro, mas este foi o seu primeiro nick dos tempos do MIRC, com net a 124kbs), fiz anos no dia 10  e assinalei o dia com uns amigos e um bolo que mandei fazer numa pastelaria que fica perto do escritório.

Olhem para este Post, parece que entrei em transe (transe é com Z ou com S? Não sei, nunca escrevi isso antes, e também não me apetece ir ver) depois de ter sido possuído por um demónio qualquer, que deve de ser parente da Margarida Rebelo Pinto. (escrevo cada vez mais rápido..mas o que é que vem a ser isto).
Sabem que mais, não me interessa. Já fui acusado de tanta coisa, que receber o rótulo de escritor medíocre que dá erros ortográficos aos montes e que escreve frases grandes, sem pontuação correcta e possuído por um demónio parente da Margarida Rebelo Pinto, não me importa minimamente.

Depois deste acesso de loucura ("ousso dizer, mas bendita esta loucura" como diria a Mariza). o que estava a dizer eu? já me perdi outravez? Chegou a altura de dizer uma coisa: peço desculpa por todo o tipo de erros que aparecerem neste post, mas não vou reler nem corrigir senão irá perder o significado. Pelo menos para mim.

Fui interrompido por uma subita janela que está para ali a piscar. É aBalkys! (No Panamá são 6 da manhã, deve de ter chegado agora, ou então levantou-se cedo.) Estamos a falar de todo e de nada, na realidade acho que estamos os dois a matar tempo. Não faz mal.

Este "não faz mal" fez-me lembrar uma coisa que me passou que vos parecerá ridículo, mas me marcou muito. Uma coisa banal. (ainda bem que escrevi banal, é uma palavra frequente no acontecimento que me ocorreu. Não utilizei já ocorreu hoje?)

A janela está a piscar. Já cá venho. (nos entretantos ousso na minha mente a voz da Raquel a dizer: aquilo não se percebe nada. porque não se distingue o que é texto ou pensamento própiro. Ou então há dizer algo semelhante a isto, ou então nem nunca há-de aqui vir ler nada.) Janela a piscar.

Já foi dormir. Para quem se perdeu, estava a falar com a Balkys.

Há mais ou menos 4 parágrafos atrás ( que em unidade temporal não faço ideia quanto seja, mas não deve de ser muito), apresente-vos um pequeno resumo da minha vida. Escapou-me pelo meio aquilo a que há três parágrafos vos apresentei como "coisa que me marcou muito".

"Há palavras que nos beijam"
Alexandre O'neill escreveu este verso num dos seus poemas. E tal como um livro, um filme ou simplesmente algo Banal que nos beija, também a mim houve uma coisa que mudou a minha forma de olhar para determinado tipo de coisas.
Esa coisa chama-se: O ano do pensamento mágico, de Joan Didion.

Apetece-me falar disto.

"O ano do pensamento mágico" (não gosto de pôr as aspas, parece que dá um distânciamento ao título que eu preferia que não existisse) de Joan Didion é um livro que foi posteriormente adaptado para o teatro e que actualmente está em cena no Teatro Nacional Dona Maria II. Antes de mais, dizer que é um monólogo interpretado por Eunice Muñoz que só por si já tranforma até um post como este que não vale a ponta de um chavelho (o júri dos ídolos andanva sempre a dizer isto), numa obra prima da arte dramática.

De volta ao "O ano do pensamento mágico" (a propóstio, comprei logo o livro depois de ter ido ao teatro), não é mais que o relato de uma mulher que se sentou à mesa para jantar e que vê a sua vida como a conhece terminar. Na verdade o seu marido perdeu a vida num acidente coronário súbito à mesa de jantar naquilo que poderia ter sido um  dia Banal (para a autora a existência da palavra banal é muito polémica, pois segundo ela tudo começa por ser um dia banal até ao momento em que o deixa de ser). O dia poderia ter sido Banal, mas não o fora. Não só porque o seu marido perdeu a vida de forma súbita mas porque a sua filha se encontrava hospitalizada com um choque séptico, e que viria a falecer pouco depois do pai.

(Parece mentira, mas eu até ir ao teatro ver uma peça que celebra os 80 anos de carreira da grande Eunice Muñoz, não sabia o que era um choque séptico. Agora já sei: O choque séptico é uma doença na qual, como resultado da septicemia, a tensão arterial baixa a um nível tal que pode pôr a vida em perigo. By Manual da Merck)

E então, pronto. O livro é o relato dessa mulher que se senta à mesa para jantar e perda a vida que tinah até então. É apaixonante, e efectivamente sábio. Creio que aprendi muito ir ao teatro naquela noite de 21 de Novembro (acabo de fazer um esforço de memória terrível para saber o dia exacto de quando fui ao teatro).

Já não escrevo tão depressa, nem me sinto invadido por um demónio aparentado com a Margarida Rebelo Pinto. Mas não me apetece parar.

Creio que aprendi muito com o texto da Joan Didion porque O Ano do Pensamento Mágico para ela foram os dias que passaram entre a morte da filha até ao dia em que assinalou o primeiro ano após a sua morte. (não teria sido mais fácil explicar isto dizendo simplesmente que foi o ano que se seguiu à morta da filha??)
Foi nesse espaço de tempo que segundo a autora teve de saber lidar com situação e que quando chegou a altura de assinalar o primeiro aniversário da perda da sua família, ela teve que encerrar o seu ano de pensamento mágico.

Sei que mudou a forma como vejo as coisa, mas não sei como explicar muito bem por palavras como. (Já deram conta , não já?)
 Não interessa. Vou voltar à minha veia de Light, para ver se dou um fim a este post. Afinal já lá vão duas horas e tanto a escrever. Xiça! Estou a ficar bom nisto!! Ou não.

Há não sei quantos parágrafos atrás, e há mais tempo ainda, fiz um pequeno resumo da minha vida no últimos tempos. É verdade. Já comecei a trabalhar e estou a gosta. Trabalho na ActOne. Ainda não temos site mas vamos ter e faço estudos de mercado para o sector farmacêutico.

As frase estão mais curtas, creio que é porque de um momento para o outro as ideias estão a sair-me de forma menos fluída. Talvez seja hora de parar e voltar mais tarde ou depois.

Sim, talvez seja a hora de parar.

Entretanto já voltei a ler isto. Que grande salada de palavras mal ordenadas, naquilo que supostamente seriam frases. Que de resto, são sempre longas, ou mal pontuadas. Se calhar falta-me jeito para isto!!

Sim, está na hora de ir, mas faltou-me um pormenor. Lembram.-se do "deixa estar" que vos falei à pouco, pois bem é uma das frases que Joan Didion diz que empregamos frquentemente, mas que nunca cumprimos. No sentido em que nunca "deixamos estar" alguma coisa, ou seja, acabamos sempre por nos preocupar.

Gostava de ter dado outro finala outro blog, mas não sei o que idzer mais, as ideias foram-se. Estou a sentir uma espécie de sentimento parecido ao de uma criança que se fartou do brinquedo.

Bem se houve alguém que consegui ler isto até ao fim. Muito obrigado.
Mas não tiveram mesmo mais nada para fazer???

É melhor ir andando. Façam perguntas, sempre tenho assunto.

Obrigado por tudo